domingo, 21 de novembro de 2010

"Sanita de Boca" - parte I

Caríssimos irmãos,

Reabro hoje a época de postagens blogueiríficas, de novo carregadinhas com frutinha que, apesar de não ser de agora, continua sempre fresquinha e arejadinha de disparates.
Hoje decidi ir procurar o meu bloquinho de calinadas que ao longo do meu percuso academico-lectivo secundariano (g-sus, que diarreia verbal) fui coleccionando.
Há quem coleccione caricas, outros optam por postais, outros porta-chaves. Eu não! Eu colecciono calinadas mundanas, que me rodeiam diaria e abençoadamente.
A tarefa mais difícil será, com toda a certeza, encadear tanto disparate de uma forma minimamente lógica (se é que tal é possível), e sem retirar um pingo de piada a cada palavra, cada frase, cada conjugação verbal, cada conexão linguística carregadinha de (im)perfeição. Tentarei.

"Se fossemos um país lindo como um cravo" e "devidamente como deve ser", iríamos "perceber mais bem" que, "por exemplo, estou aqui a falar do exemplo, por exemplo", "Einstein morreu nos seus últimos anos de vida", tal como "Jesus morreu uns anos antes de Cristo". Mas pronto, isto também "já não é muito do vosso tempo agora verem muito isto", sobretudo quando analisamos a questão "no sentido do ponto de vista" em que há coisas que têm "origem em várias naturezas", o que "quase praticamente" se torna muito "dissuassor" no "nosso cútediano", causando uma enorme "bagunçória", em que "o bejectivo é este": "inovar coisas novas", tornar os cidadãos "mais activos ou menos inactivos", "aumentando grandemente" os "paradoxos que nos afrontam todos os dias" e que, "mais a seguir", provocam "uma perda no gasto" daquela "maioria toda" que foi "despedida há exactamente duas semanas, mais ou menos"... No fundo, apenas se sentem "presos em celas de prisões" e, enquanto nós "fazemos um auto-análise de nós próprios", eles "pesam o peso" das "diasrreias" que os assolam, impedindo-os de realizar "uma fuga para fugir". Enfim, tudo se resume a uma "sombra negra" que, "por exemplo, por variadíssimas razões" e "sob pena das pessoas morriam" acabam por "provocar com que" se "ela quiser ficar é porque quer"...e "não é se calhar, é quase de certeza mesmo".

Palavra do Maníaco,
Amãe, aopai e aorestodafamília.